25 março, 2009

E o Crack the Skye?


Agora que já por aí anda uma versão completa e com qualidade decente, qual é a vossa opinião sobre crack the skye?
Eu, como não gostei mesmo nada da primeira versão que leakou (brigado ichi mas...), fui-me actualizando com as opiniões que iam surgindo na net. Opiniões que, como normalmente acontece, se dividiam. Agora que já consegui "arranjar" a boa versão do disco, e depois de o ter ouvido algumas vezes desde o início da semana, compreendo que os que não acharam piada a este disco devem ser os mesmos que já não gostaram do Blood Mountain. A sonoridade continua a ser tão instantaneamente identificável com Mastodon que não há como não gostar. Para quem ainda vive no tempo do Remission não há nada a fazer. Os Mastodon já não estão tão caóticos nem brutais, amadureceram e estão mais moderados, estão uns senhores bichos do rock. Mas atenção que isso não lhes retira a capacidade de cavalgar sobre ritmos imprevisíveis, nem a força insuperável de alguns riffs, controlam é melhor a musicalidade, conjugando ritmo, melodia e a harmonia com um cheiro heavy old-school, factores que compreensivelmente podem desagradar a alguns. E as vozes amansadas e docinhas? Também é capaz de não agradar a todos... Azar. Me likes. Criaram aqui alguns dos temas mais cathcy e sing-a-long, mas é indesmentivel que continuam poderosos e criativos como o raio, continuam pesados e devidamente versáteis, a The Czar e a The last baron, são épicos prog do catano! Continuam a justificar a máxima, Mastodon Rocks \m/

33 Comments:

At 25.3.09, Blogger Zatoichi said...

Disseste tudo com a frase "A sonoridade continua a ser tão instantaneamente identificável com Mastodon que não há como não gostar"

MASTODON RULEZZZZZZZZZZZ!!!!!!!!! \oo/

 
At 25.3.09, Blogger Tiago said...

Estás certo Crest, tudo verdadinhas.
A única coisa que posso acrescentar, é que era um crime, músicas tão talentosos continuarem tão presos ao metal.
Crack the Skye está do cacete, quem não consegue tirar as palas dos ouvidos, azar. Quanto a mim, a identidade continua toda lá. Longa vida para estes gajos.

 
At 25.3.09, Blogger Scapegoatt said...

Eu estou quase a morrer de ansiedade :P Resisti ao download. Estou a espera da minha "pre-order" feita no site da banda, ediçom especial :) Deve estar mesmo, mesmo, MESMO a chegar :P
Sem ter ainda ouvido o album, penso que eles estão a ser inteligentes. Isto pq estão a ir por um caminho que lhes permite explorar muita coisa, sem nunca fecharem o ciclo. Eles são versateis e têem ao mesmo tempo a mais valia de já terem tocado varios tipos de sonoridade antes de serem "Mastodon". Se eles andassem a repetir a formula, no dia que mudassem radicalmente, era provavelmente a "morte do artista". Assim fazem-no...progressivamente.
Sera que disse algo com nexo?????
(=

 
At 25.3.09, Blogger ::Andre:: said...

Eu ainda não ouvi, tou numa de Isis, e não será para breve. Mas, permite-me um off-topic:
"Os Mastodon já não estão tão caóticos nem brutais, amadureceram e estão mais moderados"
Porquê que no geral o nome da banda nesta frase podia ser substituído por uma outra qualquer? O que quero dizer é, porquê que é sempre este caminho que as bandas tomam e quase nunca o contrário? Porquê que o Crack não é o primeiro álbum deles e o Remission estaria agora a sair? Conhecem alguma banda que tenha começado moderada e agora esteja a bombar?!

 
At 25.3.09, Blogger Tiago said...

Porque quando és mais novo não te preocupas tanto com algumas coisas, e é normalmente quando tens a pica para fazer algo mais caótico. Entretanto começas a amadurecer, e vês que até podes fazer render mais uns trocos, e nem precisas de destruir a tua integridade. Acho que é isto.
Mas realmente era engraçado ver uma banda fazer ao contrário.

 
At 25.3.09, Blogger ::Andre:: said...

Em que tema entra o Scott Kelly?

 
At 25.3.09, Blogger Tiago said...

Crack the Skye, André.

 
At 25.3.09, Blogger Crestfall said...

Não serão bem todas, tens toneladas de bandas que simplesmente se mantêm no mesmo patamar de brutalidade (existência ou não existência dela). Eu não vou pela questão dos trocos, não sei se isso é razão para a maior parte das bandas, mas é normal que a vontade de explorar sonoridades diferentes e de "evoluir" seja constante. Muitos veêm a evolução, seja em que sentido for, como um retrocesso ou uma cedência. Olha o caso dos Neurosis, eles adensaram o seu som, tornaram-no mais pesado, e sem dúvida que isso foi uma evolução...

 
At 25.3.09, Blogger Tiago said...

Claro que não é só os trocos.. é evolução resumidamente. Falei dos trocos como podia ter destacado outro aspecto qualquer.. mas não tenho preconceito como muita gente, só porque uma banda se torne mais mainstream.. ou porque muda o som.
Sempre apoiei, e hei-de apoiar a inovação.. claro que nem sempre soa bem, mas isso é outra estória. No entanto, penso que não há dúvidas do quanto este último registo dos Mastodon é bom.
Mas como destacas e bem, é evolução, e resume tudo e mais alguma coisa. Ainda bem que tiraram proveito dela. Quem por questão de gosto não aprecia, paciência, ficam presos aos discos antigos. Até que porque muitas vezes, é difícil as pessoas gostarem de toda a discografia de uma banda, mas isso até é bom, atrais diferentes pessoas à tua música.

 
At 25.3.09, Blogger Saturnia said...

Disseste tudo Crest!!
Este album surpreendeu-me está muito muito bom!!
Insconscientemente os refroes pegajosos deambulam na minha cabeça =)

Cresceram os Mastodon!! já não são uns meninos hehehehe

 
At 25.3.09, Blogger naSum said...

Gostei muito desde novo álbum. Foi o primeiro deles desde o Remission que gostei bastante. Mas se calhar tal como o crest me disse. não lhes dei a devida atenção...Crack The Skye rula e se correr bem lá estarei no alive \oo/

 
At 25.3.09, Blogger Sergio said...

Eu estou à espera da minha encomenda da CDWOW, edição cd+dvd. Mastodon RULA!!! Grande album

 
At 25.3.09, Blogger Ricardo Guimaraes said...

Boas malta da casa!

Posso dizer que adquiri hoje o album Crack The Skye dos Mastodon na Lost Underground e dizer-vos que o artwork é fabuloso,é fabuloso para quem não ouviu, é 90 min de video em dvd a falar da concepção do album por parte da banda e claro mas que músicas!


Muito francamente, arrisco-me a dizer,quer pelo o que os Mastodon percorrem a nivel de estilos,quebras e teatralidade, e claro,letras bem ao genero deles, com tudo aquele misticismo inerente, é o melhor album produzido até ao momento este ano (e já ouvi Wavering Radiant) e muito francamente, Mastodon já são uma referência e tambem um ícone da actual e futura cena do metal e simultaneos derivados.

nuff'said

Mastodon - Crack The Skye 10/10 A BRILLIANT MASTERPIECE, MUST HEAR OF 2009

 
At 25.3.09, Blogger André Forte said...

ganda álbum! \oo/

O pessoal da Alarm Magazine diz que o Crack the Skye até roça o remissions.

 
At 25.3.09, Blogger Scapegoatt said...

Depois destas criticas xelentes atrevo-me quase a dizer (sem o ter ouvido sequer)
They did it again!!!
Esta na hora de fazerem tours como headliners \m/\m/

 
At 25.3.09, Blogger prla said...

Primeiro que nada, custa-me muito dizer isto mas... à surpresa de ver o Brann Dailor a cantar (!) seguiu-se logo a surpresa por ele cantar tão mal. Why not stick to the drums, mate?

Parecia que não havia um mínimo de efeitos nas vozes de nenhum deles e estava tudo desafinado à brava. Quanto à música - como aliás é comum ao resto do álbum, na minha opinião - fuckin' A. Da mesma maneira que os Tool evoluem, do meu ponto de vista, de uma maneira coerente entre álbuns, o mesmo se passa com estes amigos.

De resto, só há uma coisa que eu não percebo... porquê passar a ideia que os Mastodon cresceram, na medida em que deixaram para trás o metal, yada yada yada? Qualquer banda que se preze tem forçosamente de crescer a cada disco e isso não tem nada a ver com o tipo de som que faz... senão, what's next? Jazz? Música do mundo? "insert-your-smartest-kind-of-music-here"? Já farta ouvir dizer que metal é música de burros. Honestidade intelectual é transversal a qualquer género. Pseudo-intelectualidade-urbano-depressiva é transversal a muito zé ninguém que de artista nada tem.

E depois, claro está, há sempre opiniões para todos os gostos. Quando, no mesmo planeta, se houve dizer que este disco é parecido com o "Remission" e ao mesmo tempo que é parecido com o "Blood Mountain", das duas uma. Ou está tudo surdo ou então é porque pode mesmo haver opiniões para todos os gostos e ainda bem. É como dizerem que o "Wavering Radiant" é o "Panopticon II". Come again?

 
At 25.3.09, Blogger Ricardo Guimaraes said...

Prla,

Não é uma resposta directa á opinião que explanaste, mas sim um uma de lança de dois bicos.

Músico,pode crescer em todos os generos,até pode ser um pseudo intelectual ou um gaijo strict to point..no final, ele será recordado pela qualidade e não pelo género em que se insere.

Metal Música Para Burros? Quem proferiu tal demagogia,pois sim,parece uma demagogia, duma forma muito arcaica,poderia esse individuo ou essa frase quase idiomática,caso fosse um ser providenciado de fala e inteligência, também já agora dizer que crack the skye dos mastodon é o seu album pop dos 4 albuns que lançou, pois quem ouve britney spears ou agora uns the killers, que é música para burros,não querendo ferir ou ridicularizar o trabalho deste entertainers.

mas porreiro,queremos é polémica para debatermos todos os artistas que muito nós gostamos de seguir por perto :)

 
At 26.3.09, Blogger Pilgrimage into the Mountain said...

que album mais merdoso!!!! sou desses que nem sequer conseguiu comprar a merda do Blood Mountain..

Os Mastodon cresceram???? essa é boa, eu cá acho que este último disco, o qual nem consigo pronunciar o nome, é música pá canalha, e seria mais justo dizer que a evolução deles ia de encontro a Lifesblood, depois um Remission e por fim o Leviathan..
Eles esgotaram a criatividade com o poderoso Leviathan!!!
Mastodon = Merda neste momento.
é preciso que se note que sou grande fã, até ao leviathan, por mim podiam ter posto fim á carreira depois de editarem esse discão e chamar-se outra merda qualquer.

Cheers


Ps:á única coisa que se aproveita é o artwork.

 
At 26.3.09, Blogger Crestfall said...

Oh prla, essa do "porquê passar a ideia que os Mastodon cresceram, na medida em que deixaram para trás o metal" não é por causa de nenhuma afirmação minha, right? O crescer não tem nada a ver com o deixar o peso para trás, até pelo exemplo que eu dei de neurosis. E claro, há opiniões para todos os gostos, e como disseste, ainda bem :) Olha a do Pilgrimage... E até tinha razão, ele já não gostou do Blood Mountain. Houvesse mais música pa canalha como esta. Eles não só não esgotaram a criatividade como a espicaçam com outros sabores.

 
At 26.3.09, Blogger prla said...

Crestfall,

Of course not. A tua opinião é informada e ponderada, como de costume. Foi mais isto:

"A única coisa que posso acrescentar, é que era um crime, músicos tão talentosos continuarem tão presos ao metal."

Segundo post, a partir do topo. Estas é que são as afirmações que para mim demonstram vista reduzida e que não consigo entender.

BTW, estou a curtir o "Crack The Skye" mais a cada audição - especialmente a Oblivion e a Divinations. E isto vindo de um gajo que adora o Leviathan.

Mas deixa-me mandar mais uma acha para a fogueira, como se costuma dizer. Vejo pessoal a queixar-se que os Mastodon amaricaram, que agora é pop, que no tempo do Remission é que era, peso e tal... honestamente além de achar que os Mastodon sempre tiveram uma característica de som fantástica, não me parecem particularmente pesados. Acho que basta (re-)ouvirmos algum Death Metal clássico, Brutal Death, até mesmo muito bom Doom que já se fez... e constatar que os Mastodon não são nem nunca foram assim tão pesados.

Daí eu não entender as histerias de "ah e tal eram pesados e deixaram de ser". No caso de bandas tão boas como estas, há sempre de tudo um pouco em cada álbum. Veja-se por exemplo o 10,000 Days dos Tool.. há momentos bem pesados e isso não os impede de espetar ali com um quarto de hora de ambiente (Wings For Marie, 10000 Days).

"Eles não só não esgotaram a criatividade como a espicaçam com outros sabores."

Touché.

 
At 26.3.09, Blogger Sergio said...

Desde que me conheço a ouvir música que o que me levou a sonoridades mais extremas nunca foram a brutalidade, nem os Blast Beats, nem gajos a berrar como o caraças mas sim a capacidade de conjugar a sonoridade mais “agressiva” com composições intrincadas, capazes de me mexerem com a moleirinha e, neste aspecto os Mastodon estão cada vez mais no ponto (veja-se outro exemplo, o dos Opeth: não é por o Akerfeldt cantar mais que a coisa piorou, antes pelo contrário). A música é o meu mundo, estimula-me, e estes Mastodon sem dúvida sabem fazê-la bem. Blood Mountain foi um passo em frente e este Crack The Skye, que tanto aguardava, confirmou a grande categoria destes senhores e a evolução no sentido correcto. Infelizmente, devido à fraca organização do Super Bock Super Rock de há dois anos atrás, demorei quase 45 minutos a entrar no recinto e perdi a maior parte do concerto deles. Mesmo assim, deu para perceber o que transmitem, que vai muito para além dos discos. Grandes músicos. Espero um concerto deles como Headliners.

 
At 26.3.09, Blogger tremulant said...

eu acho que ta fantastico!!
tenho dito

 
At 26.3.09, Blogger tak said...

Heh já perdi 3 concertos deles, 2 super bocks acho eu, e a primeira parte de Tool.
Até agora, este é o meu disco favorito dos Mastodon. Consegui gostar logo à primeira ao contrário dos outros.

 
At 26.3.09, Blogger Scapegoatt said...

Estou a ver que vou ter de ceder ao download e fazer a minha propria opinião do disco. Mas agora ponho a seguinte questão?
Será que pelo facto de eles terem feito um album mais "easy listening" leva a que muita gente ache que o album já não é bom? Sim, pq muita gente pensa que só o material underground é que é bom. E que a partir do momento que passam ao mainstream, desligam-se dessa banda. Não digo mais nada sobre assunto, até pq já falei demais sem ter ouvido sequer o album.
Ha! é obvio que coloco a possibilidade de o album não ser tão bom como os outros.

 
At 26.3.09, Blogger Crestfall said...

Para ver Mastodon como Headliners mais vale ir lá fora :-\

Scape, não ponhas possibilidade nenhuma, as possibilidades são todas. Ouve-o com tempo e com calma e depois julgas :)

prla, fiquei com vontade de ouvir Morbid Angel, até já.

 
At 26.3.09, Blogger Scapegoatt said...

"Where the slime liiiiive!!!!!!!"
Da-lhe forte Crestfall =) \m/\m/

 
At 26.3.09, Blogger prla said...

Crestfall: e eu a ouvir o fantástico album homónimo dos portuenses Genocide. Que clássico!

 
At 27.3.09, Blogger Adriano said...

Toparam o tributo aos Mars Volta no aos 6 minutos do Tema The Last Baron (MASTODON).... ;)

 
At 28.3.09, Blogger Scapegoatt said...

Eu recebi a minha encomenda na Quinta-Feira. Já o ouvi umas quatro vezes, sendo a primeira com headphones, para não escapar mesmo nada. Ao contario de muita gente, não me desiludiram. Muito pelo contrario. O disco esta de facto mais "easy listening". Mas não penso que seja um album acessivel. As referencias "sludge", "hard core", "thrash", deixaram praticamente de existir. No entanto foram adicionadas altas doses de, melodia, progressive rock, space, psicadelia 70´s (em especial nos teclados, mas tb nas vocalizações) e até mesmo funk. Continuam no entanto a exister estrutras musicais complexas, como sempre caracterizou esta magnifica banda. Quanto às vozes, fiquei mt surpreendido com o Brann Dailor. Tenho pena de ele não ter participado mais, porque achei uma mais valia no album. Troy Sanders esta cada vez melhor a cantar, quanto a mim. Acho que muita gente não consegue "engolir" esta maneira de cantar da banda, porque muitos não começaram a ouvir 70´s rock ou 80´s hard rock, mas sim sonoridades brutais em que os vocais tem corresponder com a mesma agressividade. Heavy music não pode ser só grunhidos, vociferações, rugidos, gritos asperos, ou cenas do genero. Se continuasse a ouvir apenas as variantes mais extremas do metal, já tinha desistido de ouvir metal. Por isso a evolução faz parte da minha maneira de ver a musica. Desque que seja feita com feeling, e sinceridade tudo pode ser bom. Penso que seja esse o motivo principal. Aparte disso, não encontro motivos para não gostar do album. "Crack the Skye" é um album que demonstra uma banda a tentar descobrir a sua identidade musical. Espero que continuem a seguir este caminho, pois é este que eu quero. Eu gosto destes "novos" Mastodon. Conluindo: "They fucking did it again"!! =)

 
At 28.3.09, Blogger Tiago said...

lol prla, reduzida? Reduzido deves ser tu. Para mim, se eles alargaram os horizontes, e fizeram uma cena totalmente diferente da que tinham feito até agora, nunca pode ser redutor para uma banda, digo eu. Mas já nada me surpreende.
Btw, da próxima podes falar directamente.

 
At 1.4.09, Blogger prla said...

Tiago: acho que não podia ter falado mais directamente. Até referi qual foi a reply que me fez comichão e tudo. Mas isso de interpretar tudo como ataque e ofensar pessoal há-de passar.

De resto, duvido que a tua opinião fosse essa se a evolução dos Mastodon tivesse ido no sentido contrário, como na hipótese que o André alvitrou e bem nuns dos replies iniciais.

 
At 2.4.09, Blogger João said...

Adriano: acho que a homenagem não foi bem dirigida aos Mars Volta, mas sim a uns senhores bem mais antigos, como King Crimson ou Rush =P

Se me permitem juntar à discussão:

Estes senhores estão demasiado bons, a sério. Riffs espectaculares, o Brann continua a partir tudo na bateria, as letras estão muito boas, um monte de sonoridades diferentes...Enfim, muito território explorado.Também achei que a participação vocal do Brann na Oblivion assentou bem na música.

Das bandas mais versáteis e dinâmicas que andam por aí, e das minhas preferidas!

 
At 2.4.09, Blogger Tiago said...

Não interpretei como ataque, longe de mim. Soou-me foi a arrogância, só isso, mas isto das internetes tem destas coisas, no entanto, as minhas desculpas.
O que é certo é que só referiste depois, mas na boa.

Se não repetes a fórmula do disco anterior é evolução, seja em que sentido for. Se mantens personalidade e está bem feito, o que conseguiste é igualmente bom. E referi o metal, porque é a principal base do som deles. E sempre achei que eram daqueles músicos capazes de alargar os horizontes deles na boa, e acrescentar sempre algo mais a cada disco, capazes de não se repetirem.

 

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